2ND ENERGY AND WATER INNOVATION & TECHNOLOGY TRADE SHOW

25 → 26 SETEMBRO 2024 . EXPONOR . FEIRA INTERNACIONAL DO PORTO

2ND ENERGY AND WATER INNOVATION & TECHNOLOGY TRADE SHOW    25 → 26 SETEMBRO 2024 . EXPONOR . FEIRA INTERNACIONAL DO PORTO

Energia eólica mundial cresceu 50%

Marcam cada vez mais muitas paisagens portuguesas, mas a tendência é global. As torres de geração de energia eólica permitiram instalar em 2023 um total de 117 gigawatts de capacidade adicional no planeta, número que espelha um crescimento de 50% em relação ao ano precedente e que traduz o melhor ano de sempre em novos projetos.A estreia resulta de uma parceria entre a Goldbreak, empresa portuguesa de Famalicão especializada no armazenamento e produção de energia e a norte-americana ESS Tech Inc, um dos principais fabricantes de sistemas de armazenamento de energia de longa duração. Estas primeiras unidades tiveram como destino a unidade industrial Falual Metalomecânica, na Trofa.

Os indicadores constam do último Relatório Global sobre o Vento, publicado pelo Conselho Global de Energia Eólica, e vão ao encontro das metas traçadas na COP28 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas). Mas não chegam sequer a metade do volume médio anual necessário para se alcançar, até ao final da década, o objetivo de um crescimento de pelo menos 320 gigawatts ao ano de geração de energia renovável.

A capacidade acumulada de energia eólica no mundo totaliza atualmente 1.021 gigawatts. A China (com 65%), os EUA, o Brasil e a Alemanha representaram, no ano passado, 77% das novas instalações de energia eólica onshore e offshore mundiais.


As baterias de fluxo de ferro de longa duração possibilitam o armazenamento de energia elétrica em segurança, disponibilizando-a por longos períodos, sem limite de ciclos e a baixo custo. Garantem a disponibilidade de energia até 12 horas, permitindo a otimização dos investimentos em produção de energia de fontes renováveis, uma vez que permitem estabilizar o abastecimento de energia elétrica, reduzindo a perda de excedente e transferindo a energia verde dos períodos em que as fontes renováveis e intermitentes estão disponíveis para fases do dia sem produção. Ou seja, possibilitam uma autonomia energética muito próxima dos 100%.